Pesca

Mulheres a pescar junto à ponte, enquanto a maré desce.
(foto gentilmente cedida por  César Dias, Ex Fur. Mil. – B.C. 2885 – Mansoa 69-71, autor ex-Alf Mil  Alfredo Montezuma, do mesmo Pelotão)

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Mulheres a pescar, mergulhadas até ao pescoço.

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Em equilíbrio perfeito com a cabaça à cabeça onde colocam o peixe que vão pescando com a rede.

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Com um lindo sorriso atrás da rede e alguns peixinhos à cabeça.

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Só os homens é que pescam assim.

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Com um simples explosivo são dizimados milhares de peixes.

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Os peixes são apanhados e passados de mão em mão, até terra firme.

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Pelo sorriso parece que a pescaria não correu mal pois as cabaças vão cheias.

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Preparar para vir embora pois maré já vai enchendo e a sua amplitude chega a 6 metros.

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Parece que desta vez não correu bem. Resta amanhar o peixe e carregar a rede de volta.

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Mulheres regressando da pescaria.

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Assim até os peixinhos mais tímidos são “caçados”.
(foto com origem num postal ilustrado edição Casa Mendes – Bissau, gentilmente enviada por Mário Trindade, ex-Operador Cripto, CMI/Cumeré-Guiné 1971/1973)

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Atirando a rede na borda de um curso de água.
(cortesia de http://www.lafiba.org)

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Mulher mergulhada até ao pescoço vai manobrando a sua rede circular mantendo o equilíbrio com a cabaça à cabeça. (fotografado circa 1960)
(adaptação de foto, cortesia do Instituto de Investigação Cientifica Tropical, Arquivo Histórico Ultramarino, http://actd.iict.pt/)

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3 Respostas to “Pesca”

  1. José Morais Says:

    A segunda imagem é belíssima!
    O negativo merecia ser recuperado,
    impresso em grandes dimensões,
    bem emoldurado e exposto em qualquer parte do mundo!
    O autor merecia! As mulheres da Guiné mereciam!

    Sei que se trata de fotografia, e é como fotografia que continuarei a admirar essa imagem admirável, mas não posso deixar de pensar em escultura, uma escultura em que os corpos, suspendendo os seus movimentos, em gestos sublimemente coreografados , subitamente se tivessem esculpido a si próprios!

    José Morais

  2. Jorge Teixeira Says:

    Belas imagens que traduzem – ou pelo menos traduziam – parte da vida daquele povo.
    Mas havia sempre peixe – pelo menos lá para os meus lados – e alguns de kilo. Cheguei a comprar um por 7 pesos e meio.
    Abraço camarada

  3. Joel Viola Pacheco Says:

    A minha sincera e modesta homenagem ás mulheres da Guiné. Batiam o pilão, carregavam lenha à cabeça, trabalhavam na bolanha e ainda tinham que ir à pesca, encanto os homens ficavam deitados à sombra das árvores.
    Festejei o meu 23º aniversário, já em Bissau, comi camarão graças ao esforço das mulheres pescadoras.

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